quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Besteiras de uma embriaguez

Já cantava um teatro mágico

Tem horas que a gente se pergunta

Por que é que não se junta tudo numa coisa só?

Regras gramaticais a parte (sim, eu apanhei no “por que”)

Lembro-me de cada instante

Cada segundo vivido desde o primeiro suspiro

Dos tombos de bicicleta ao primeiro beijo

Do jeito desengonçado de guri

Do homem que hoje rabisca para vocês, aqui

Sentimentos traçam as linhas da vida

Essa é a verdade da qual tentamos fugir

Mas não há como escapar

Então, preste muita atenção (estou “novamentemente” embriagado)

Viva a vida

Seja feliz

Vou dormir

1 comentários:

  1. És um eterno embriagado pela vida... E eu curto muito isso!

    Bom ler-te depois de tanto tempo.

    Beijos meus pra ti, Poeta!

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