sábado, 8 de outubro de 2011

Meu Sinhô, posso lhe assegurar!

Já estive lá e cá.

Em qualquer canto deste globo disperso

Eu já plantei meus versos,

Dos mais simples, aos mais belos,

Dos mais broncos, eu confesso:

Prefiro não me alembrar.

Oia só, meu Sinhô, ainda sei poetar!

Matutei cá com meus botões,

Esse verso é preciso e é preciso continuar.

Rimas são conseqüências, ó meu sinhô!

Estou agora sem rumo, é contigo que vô!

Dá-me um prumo, uma condição.

De entregar ao mundo algo novo, talvez uma oração.

Uma prece de um tolo que ainda acredita no amor...

0 comentários:

Postar um comentário